Ana Paula de Carvalho denuncia a Prefeitura de Maricá pela falta de cuidado com a Lagoa Maricá, cidade localizada na Região dos Lagos, no Estado do Rio de Janeiro, sofreu muito com as chuvas do início do mês. A cidade ficou quase completamente destruída. O Prefeito Washington Quaquá precisou declarar a cidade em estado de emergência.
Maricá possui belos pontos turísticos, quase todos formados por praias, lagoas e restingas. Um deles é a Praia da Barra de Maricá. Ela está localizada entre as Praias de Itaipuaçu e Guaratiba e ocupa uma extensão de 9 km. As águas são transparentes e esverdeadas e a areia clara, com vegetação de restinga. É local próprio para pesca com vara.
A Praia Oceânica é outro ponto turístico de excepcional beleza. Ela está localizada no extremo leste da Restinga de Maricá e tem 5 km de extensão. Possui águas frias e transparentes e a areia é clara. O Farol de Ponta Negra compõe a paisagem da Praia Oceânica, onde está localizado o canal que liga a Lagoa de Guarapina e do Padre ao mar. O local é ótimo para a prática de surf.
Depois temos a Praia de Jaconé, localizada entre Ponta Negra e Saquarema. Ela tem uma extensão de 4 km e possui uma vegetação rasteira. As águas são esverdeadas e não são muito frias.
As chuvas trouxeram além da tragédia a discussão sobre a possibilidade de se abrir a Lagoa de Maricá para o mar, tema de uma das notas publicadas pelo site http://www.ecodebate.com.br. Ana Paula de Carvalho é a autora. Ela começa dizendo: “Não adianta mais discutirmos sobre a necessidade de abrir ou não a lagoa para o mar. Já está aberta!” E, adiante, ela denuncia que a decisão foi adotada à margem de uma série de dispositivos legais, que ela enumera.
Em seguida, ela questiona os governos federal e estadual: “Mas, já que isto tudo foi ignorado pela prefeitura, o que será feito agora? Qual atitude do Governo Federal e do Estado sobre esta situação? Qual será atitude de mitigação utilizada para reduzir impactos causados? Sejam eles ambientais como sociais? Quem será responsabilizado para o ressarcimento das perdas financeiras, ambientais, comerciais, de trabalhadores, idosos, adolescentes, crianças e demais residentes entre Guaratiba e Ponta Negra? E, enquanto lemos este e-mail a água da lagoa continua indo para o mar? Se esta cheia fruto de uma série de fenômenos e se já melhorou, porque não se toma uma atitude de fechar, arrumar, mitigar e remediar o acontecido?
Se o canal é mesmo necessário e se isto já foi estudado anteriormente, quais são atitudes necessárias? Lembro que foi urgente abrir, e então, todas as ações corretivas também devem ser. Não havendo licenciamento, o que fazer para sanar esta situação? Antes que o nível da lagoa seja absurdamente reduzido.
Ouço dizer que aquele canal outrora existia, mas lembro que este foi fechado naturalmente como conseqüência da diminuição do nível da Lagoa com a abertura de dois outros canais artificiais (feito nos anos 50), isto é, o nível está sendo reduzido novamente só que desta vez sem planejamento, em caráter de urgência que justifica a não existência de comportas para controle de vazão, quebra mares, via de ligação entre as margens, que isolaram regiões, fragilizando fauna e flora da faixa marginal de preservação entre outras necessidades para um Estudo de Impacto Ambiental e Relatório de Impacto Ambiental. Algo tem que ser feito rápido, tão urgente quanto a abertura deste canal!
O que mais me assusta neste fato são a omissão e a vista grossa. Omissão dos órgãos ambientais competentes, que nem sequer uma nota de parecer de seu representante legal, um diretor ou presidente. Não é porque nos deram equipamentos que podemos utilizar para qualquer finalidade, apesar de ser explícita sua co-responsabilidade.
E, a vista grossa, pois todas as mídias populares simplesmente acolheram nota da própria prefeitura, sequer investigaram e notadamente não têm interesse de levantar as questões ambientais e sociais. Nunca vi sequer um ativista, ninguém sugeriu o abraço á lagoa, que em outro momento todos levantaram bandeiras, berraram, fizeram abaixo assinado, quebraram cercas entre outras coisas.
Onde estão eles agora? Onde estão num momento como este? Também omissos pelo emprego? Culpados por não terem coragem e com medo de serem punidos? E a comunidade? O meio ambiente? Já não valem tanto?
O Poder público deveria assegurar o bem-estar das populações humanas e o seu direito de Ir e Vir conforme rege a constituição, conservar ou melhorar as condições ecológicas locais. Não oprimir, não ignorar, não desconsiderar, não ouvir a voz de seus munícipes.
Temos que entender que as atitudes políticas administrativas devem considerar as condições e necessidades sociais e econômicas locais, garantindo às populações a sua subsistência caso dependa da utilização de recursos naturais existentes, ou crie meios de subsistência alternativos ou a justa indenização pelos recursos perdidos, ou então restaurar e recuperar o que antes existia.
Deveriam ter se preocupado mais com o melhor ordenar e controlar, direcionar o processo de expansão urbana nas unidades de planejamento de acordo com suas características e potencialidades, assim como estimular a coexistência de usos e atividades de pequeno porte com o uso residencial, evitando-se a segregação dos espaços e deslocamentos longos ou desnecessários, e também buscar a distribuição equilibrada dos ônus e benefícios da urbanização, com a subordinação do uso do solo ao interesse coletivo. Integrando as comunidades carentes nas zonas urbanas da Cidade com vista à sua inserção nos bairros em que se situam e compatibilizando os usos e atividades permitidas às necessidades de preservação ambiental.
De forma a garantir o pleno desenvolvimento das funções sociais, econômicas, culturais e turísticas do Município e garantir o bem estar e a melhoria da qualidade de vida da população residente, veranista e turística de Maricá. Isto é, fazer valer LEI Nº 2272, DE 14 DE NOVEMBRO DE 2008, sancionado pelo Prefeito em nome do povo de município de Maricá e seus representantes na Câmara Municipal aprovaram a lei.
Maricá tem um plano de manejo para sua APA, não só aquela que pensamos do grande empreendimento, mas toda a área que está no DECRETO Nº 7.230 de 23 de abril de 1984, que determina como uma Área de Proteção Ambiental, toda a Região do Sistema Lagunar de Maricá.
E sendo assim este município tem assegurado que todas as atividades e obras desenvolvidas aqui devem se limitar àquelas destinadas a garantir a integridade dos recursos, assegurando-se às populações residentes na área as condições e os meios necessários para a satisfação de suas necessidades educacionais, materiais, sociais e culturais.
Devemos respeitar os limites constitucionais seja para prevenir ou remediar. A exploração comercial e política de situações como esta exigem muito cuidado em momento como este, em ano eleitoral. Vaidades a parte, o caso é mitigar o problema tão urgente como foi gerado.
Fica o alerta, ao qual se soma a turma do www.tudoeturismo.com.br.
Restinga em 2010-05-07
Em Maricá, predomina a mentalidade pequena. Há muita gente que fala demais, besteiras sem qualquer fundamento, e que fazem absolutamente nada pelo município.
Durante anos, um ferro-velho ficou instalado na beira da lagoa, exatamente ao lado do local em que o canal da Barra foi aberto.
E ninguém, nenhum de vocês pseudo ambientalistas, fez absolutamente NADA para que o ferro-velho fosse removido.
Ao autor desse artigo, objeto do meu comentário, pergunto: aonde estava a sua consciência ambital/social naquela época?
Eu, que frequento Maricá há 30 anos mas que moro em outro município, perdi dias de trabalho e tempo precioso para tomar providências junto ao CREA e prefeitura, a fim de que o ferro-velho, que já dava início a uma favela, fosse derrubado. E, de fato, ele foi derrubado e área foi limpa posteriormente.
Enquanto isso vocês estavam vendo novela… defensores da perereca do brejo e da lagartixa da areia, que não conhecem a realidade e ficam proferindo discursos hipócritas virtuais pela internet, espantando os empresários que pretendem/pretendiam investir na região, ou seja, fazendo de tudo para que Maricá continue sendo um grande terreno baldio, sem desenvolvimento, sem progresso, sem emprego… É uma vergonha o fato de o maior empregador da cidade ser uma pequena empresa de ônibus. Aliás, até a empresa é injustamente atacada por vocês! É incrível quão atrofiada e obtusa é mentalidade do maricaense.
Entrevistei os moradores locais antes de me comunicar com o CREA e todos afirmaram que NUNCA foram procurados por qualquer ambientalista ou coisa parecida.
A vocês, falta vergonha na cara. Se quiserem fazer algo pelo município, em primeiro lugar, tirem a bunda da cadeira. Em segundo lugar, estudem. Em terceiro, saiam de Maricá e vão conhecer outros lugares. A quem puder, vá ao exterior. E depois compare.
Você têm que lutar contra a FAVELIZAÇÃO, contra a coleta de lixo ineficaz, contra a falta de serviços básicos, contra a falta de asfalto, contra a falta de saneamento, etc. Questõe realmente com relevância social/ambiental.
E deixem o assunto da lagoa para quem entende, para quem tem conhecimento técnico sobre o assunto, para quem ESTUDOU ANOS e, neste momento, sabe como deve agir. Estejam certos que a lagoa não vai desaparecer. Nem ser extinta.
Tudo é Turismo em 2010-05-20
Novo mercador, meu caro, você tem razão sobre as medidas a adotar e merece respeito por sua luta em favor de Maricá. A nossa intenção é pura, de divulgar os espaços turísticos, principalmente dos municípios do Estado do RJ. Mas, é também de denunciar as situações que prejudicam a atividade. Por isso, pedimos autorização para transformar em post as suas denuncias. Podemos? Um forte abraço.
Deise em 2010-06-25
Ao novo mercador, parabéns pelo post! Ao Tudo é Turismo, cabe informar que a ligação entre a lagoa e o mar existia, naturalmente, abria-se e fechava-se ao sabor das marés! Até que um dia, há quase 30 anos atrás, alguém teve a idéia estúpida de fazer ali uma rodovia!!! Aterraram esta ligação natural, a mesma que controlava o nível das lagoas, que supria a vida das mesmas!!! Podiam pelo menos fazer uma ponte, que por vezes água passaria por baixo dela, por vezes não! Não há o risco da lagoa secar, seu nível é abaixo do nível do mar! Ela está morrendo justamente por ter sido fechada esta ligação com o mar há quase 30 anos atrás!!!
Tudo é Turismo em 2010-06-28
Deise, obrigado por seus comentários. Faremos uma nova matéria sobre o tema, em cima das suas considerações.
josé carlos leitão em 2010-07-03
Avenida Beira Mar RJ 102 entre a área da BRASCAN Ponta Negra e rua 60 divisa de Saquarema com Maricá paralela ao mar de Jaconé esta totalmente esburacada e quando chove vira um lamaçal. Cuidadooooooooooooooo muito cuidadooooooooooooooo, se trafegarem de automóvel correm seríssimo risco de quebra ou atolamento… querem ver as fotos covardes da RJ 102 em Jaconé… entrem no site de busca Google e digitem (RJ 102 Jaconé) ou (Jaconé pede socorro).
Por ser uma RJ pertence ao D.E.R. e Governo Estadual, mas ninguém vê esta covardia.
Jose Carlos Leitão
Tudo é Turismo em 2010-07-03
Caro José Carlos Leitão, as denúncias sobre a má conservação da RJ 102 acontecem há muito tempo sem providências. O site “tudo é Turismo” tem o desejo de denunciar e poderá fazê-lo com base nas informações que você nos passou. As fotos presentes no site indicado por você são de 2009. A situação é a mesma?
josé carlos leitão em 2010-07-09
RESPOSTA AO SITE –TUDO E TURISMO–
ASUNTO:RJ102 AVENIDA BEIRA MAR EM JACONÉ
A SITUAÇÃO NESTE EXATO MOMENTO 09/07/2010 AINDA E PIOR PUBLICADAS NA INTERNET EM 2008/2009 NO SITE DE BUSCA GOOGLE…RJ102 JACONÉ…JACONÉ PEDE SOCORRO…..JACONÉ SAQUAREMA….
POIS O MAR ESTA DESTRUINDO A ORLA DE JACONÉ ENTRE A AREA DA BRASCAN, CONDOMINIO SOLAR DE JACONÉ,BAR DO PEDRO,E MERCEARIA DO MURILO,O MAR DESTROE A ORLA NÃO E POR CAUSA DE RESACA NÃO,O MAR MESMO CALMO AVANÇA E FAZ VALETAS NA ORLA ENTRANDO NO QUE RESTA DA RJ 102,E FALTA DE MANUTENÇAÃO DO D.E.R,PREFEITURA DE MARICÁ/SAQUAREMA E GOVERNO ESTADUAL A MAIS DE 15 ANOS.
AS REALIDADES FOTOGRAFADAS EM 2008 – 2009 – NÃO SENSIBILIZARAM AUTORIDADES,TUDO PIOROU NINGUEM TOMOU AS DEVIDAS PROVIDENÇIAS AGORA EM 2010 TUDO PIOROU.PARA O TURISMO ISTO É UMA VERGONHAAAAAAAAAAAAAAA,POIS ESTAMOS NO RIO DE JANEIRO E NÃO NA TRANSAMAZONICA,SOMENTE ESTE SITE ¨¨TUDO E TURISMO¨ PODERÁ COLOCAR UM FIM NESTE TERRÍVELLLLLLLL
DESMANDOOOOOOOOOOOOO………
ATENCIOSAMENTE
JOSÉ CARLOS LEITÃO
Tudo é Turismo em 2010-07-12
Agradeço a confiança.
Vamos preparar uma matéria sobre o tema, a partir das suas informações.
josé carlos leitão em 2010-08-04
–INFORMAÇÃO IMPORTANTE RJ 102 JACONÉ EM MARICÁ E SAQUAREMA–
NO DIA 16 JULHO DE 2010 O EX PREFEITO DE SAQUAREMA DALTON BORGES REPRESENTANDO O DEPUTADO PAULO MELO ,NO ESPAÇO WANDER EM JACONÉ DEU A SEGUINTE INFORMAÇÃO A PLATÉIA PRESENTE:
INFORMO QUE O ASFALTAMENTO DA RJ 102 AVENIDA BEIRA MAR EM JACONÉ ENTRE A ÁREA DO ROBERTO MARINHO (HOJE ÁREA DA BRASCAN)
MARICÁ,ATÉ A RUA :96 SAQUAREMA SERÁ REALIZADA,JÁ EXISTE PROJETO E VERBA APROVADA E LIBERADA.
JOSÉ CARLOS LEITÃO
Ana Paula de Carvalho em 2010-08-17
Em resposta ao “Sujeito Oculto” que se intitula Restinga, devo lhe dizer ainda que tardiamente em responder, que a forma grosseira com que se refere á minha pessoa sem ao menos procurar saber quem sou ou porque fiz o comentário no Ecodebate por si só não mereceria qualquer tipo de resposta, entretanto, para esclarecimento generalizado ainda que certamente no seu caso não lhe sirva para qualquer tipo de valorização por eu acreditar que está muito aquém do que o seu raciocínio possa absorver, meu nome é Ana Paula de Carvalho, sou engenheira sanitarista e jamais ambientalista no sentido chulo utilizado como nomeada pelo primeiro comentário.
Resido há pouco tempo no município sim apesar de freqüentar o local há mais de trinta anos, recentemente decidi morar em definitivo na cidade e até ao inicio da gestão atual as coisas caminhavam a contento. Junto á mudança da gestão em 2008/2009, comecei a verificar que teríamos problemas, e já em janeiro daquele ano comecei a reivindicar algumas coisas principalmente sobre o lixo. Alguns dos e-mails estão no meu site http://www.civilidade.com.br/marica/index_arquivos/Page2407.htm.
Havia a expectativa de que algo bom para a cidade poderia acontecer, até apoiei a retirada da família que morava a beira da lagoa (e acho que você que se acha o agente desta remoção ainda deve estar esperando uma medalha) depois que tive certeza que seriam encaminhadas para local adequado, pois os filhos deles estudavam na mesma escola que os meus e gostava muito daquela família, assim como a retirada de campistas em faixa marginal de proteção de lagoa em época de veraneio.
Naquele mesmo ano comecei já a mostrar também a necessidade de dar continuidade ao Projeto Navegar, projeto que todas as crianças de escolas municipais ansiavam em cursar e até hoje 2010 nada.
Realmente, como recém moradora poderia reinvidicar menos, mas ao escrever sobre a Barra de Maricá, e fazer divulgação, realmente foi quando começaram a notar alguns dos problemas. Ainda a título de esclarecimento fui membro do CONSEMAC e CONSAG, e também Diretora da Associação Brasileira de Engenharia Sanitária no período de 2003/05 e 2005/07.
Entretanto, naquele momento falava como moradora, não acredito que a palavra do cidadão nesta cidade valha tão pouco. Inclusive na ocasião ainda tentei saber como seriam as reuniões na Câmara para me voluntariar quanto aos meus conhecimentos profissionais, local onde em sua porta um dos vereadores falou para mim impropérios (carta também no mesmo sitio). Percebi que se o representante da Casa das Leis trata o cidadão desta forma, claro que os moradores de veraneio também o farão, aparentemente são da mesma espécie.
Por esse motivo lancei uma campanha popular, pública Eu LUTO por Maricá (com muito sucesso), como cidadã Brasileira, no exercício dos meus direitos constitucionais. A partir daquele momento realmente inclusive verifiquei que ambientalistas que lutam pela APA, não lutam e nem se interessam por outros lados, até mesmo acreditam que abrindo ali ninguém mexe na APA entre Zacarias e São José. Estão mais para radicalistas extremistas reacionários e sem conteúdo do que para defensores de alguma causa ambiental que valha a pena.
E, finalmente acredito na necessidade de abrir uma ligação para o mar naquela região, e não quer dizer que venham a fazer uma estrada de forma estúpida e que com a mesma estupidez deixem á margem a população na falta da mesma. Se quiser abrir, se é para estar aberto planejem, viabilizem todas as maneiras para que a vida de continue sem incomensuráveis transtornos. Não admito ser enquadrada na mediocridade de pessoas vazias, e digo que Maricá não se desenvolveu porque não foi devidamente gerida, por pessoas conscientes, legitimas, abnegadas e competentes.
Não me escondo em anonimatos para denegrir a imagem de outrem, posso até dar minha resposta sem jamais ofender conforme aqui faço. Procure ler “Idealismo e Ativismo” (disponível na internet) e beba sempre da Fonte do Saber na sua origem, com certeza deixará a mediocridade para trás.
Ana Paula de Carvalho, engenheira sanitarista, moradora de Maricá, Brasileira e nunca desisto.
Tudo é Turismo em 2010-08-19
Ana Paula de Carvalho. Desculpas pelo atraso na resposta.
O site “Tudo é Turismo” é um espaço dedicado ao debate do turismo como atividade econômica essencial para o Estado do Rio de Janeiro, por ser a sua vocação. Criado e mantido pelo deputado estadual João Pedro Figueira, Presidente da Comissão de Turismo da Assembléia Legislativa, o site acolhe sugestões, avaliações e críticas com relação ao tema.
Compreendemos o turismo como uma atividade privada, que precisa, no entanto, da atuação das políticas públicas, que devem ser objeto de planejamento e avaliação permanente. Um dos pontos que criticamos duramente é a posição dos governos, principalmente do governo estadual, de não dar prioridade ao tema em suas políticas públicas e não agir no sentido de aproveitar melhor o potencial econômico que tem a atividade, num ambiente altamente aspicioso como é o do estado.
Obrigado por suas opiniões.