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Angeline Tostes fala sobre Miracema e turismo

Angeline Tostes é de Miracema, já tem presença no Tudo é Turismo. Consultada pelo Presidente da Comissão de Turismo da Assembleia Legislativa, deputado João Pedro, para dar sugestões sobre políticas públicas voltadas para o turismo, ela respondeu:

“Um estado só se desenvolve se considerar o seu conjunto, portanto acho necessária e fundamental a regionalização do turismo com a consideração das vantagens singulares.

A despeito da unanimidade do potencial no ecoturismo do noroeste, que concordo, entendo que Miracema, minha cidade natal e outras têm características culturais importantes e que devem ser potencializadas.

Miracema, por exemplo, tem um centro histórico, que é tombado pelo município e pelo estado; um rico folclore e as festas agropecuárias que são muito importantes, podendo então unir ecoturismo, aventura, eventos, rural e cultura. Mas, há que se fazer um planejamento regional, exigindo das prefeituras prioridade, que no caso de Miracema não há, com criação de departamentos ou secretarias específicas e através dos conselhos, criarem um fundo para tal. As FAETECs devem contemplar já a capacitação”.

O incentivo ao turismo ferroviário é outro ponto a unir o trabalho da Angeline aos projetos do tudoeturismo. Sobre o tema, trazemos um texto dela publicado no blog http://blogovagalume.blogspot.com sobre a estação ferroviária de Natividade, pequena cidade localizada no noroeste do Estado do Rio de Janeiro.

“Segundo informações do site “Estações Ferroviárias”, “a estação de Natividade foi inaugurada em 1886. Nos anos 1940, foi também chamada de Natividade do Carangola. Trens de passageiros, que ainda passavam por ali em 1970, devem ter sido desativados apenas com a supressão desse trecho, em 31/12/1973, quando a estação foi fechada. “

No ano de 2006, data dessa imagem,  o prédio estava em mau estado de conservação, apesar de um lindo jardim público ao lado. Nela funcionava pelo menos uma vidraçaria.

Preocupado com o desenvolvimento do município, o atual prefeito, que acredita no Turismo como forma de promover o desenvolvimento sustentável, tem procurado investir no setor, valorizando a cultura e o patrimônio público municipal e, paralelamente, ampliando o acervo turístico local.

Neste propósito, num gesto que vai de encontro aos anseios da população, que há mais de 20 anos reivindicavam a obra, o atual governo está restaurando e revitalizando a antiga Estação Ferroviária.

O Prefeito Taninho vê na revitalização da antiga estação o resgate da história, da cultura de Natividade e um incremento a mais à exploração do turismo local.

“Os grandes políticos são grandes quando atendem às reivindicações de sua comunidade e tenho demonstrado isso ao atender vários pedidos como este, um antigo sonho do povo de Natividade”, lembrou Taninho.

O prefeito afirma que a obra de restauração da antiga Estação Ferroviária é, apenas, a primeira de várias outras iniciativas que ocorrerão na cidade.

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Novamente, Paraty dá o recado

Se há no Estado do Rio de Janeiro uma cidade-exemplo do que se pode fazer com o potencial que tem o turismo como atividade econômica de baixo custo e elevado retorno, esta cidade é Paraty, localizada no sul do estado, na fronteira com São Paulo.

A História do Brasil situa Paraty no inicio do descobrimento, em 1554, quando o alemão Hans Staden identifica o local e depois, em 1532, quando Pero Vaz de Caminha passa pela Ponta do Joatinga e em 1565, quando Anchieta chega ao Brasil com a expedição que iria combater os invasores franceses.

“A cidade está situada numa das maiores baías do país, a baía da Ilha Grande, com 1125 km2. A costa litorânea de Paraty é bastante recortada. Com extensão aproximada de 180 quilômetros, ela possui várias enseadas, penínsulas, pontas e ilhas, impedindo a circulação de correntes marítimas. A amplitude média das marés é de 2,0 metros.         Nos locais onde a serra e o mar se encontram, existe, junto a linha d’água, uma faixa de seixos -pedras que rolaram das montanhas – com formas arredondadas devido a ação das ondas. O amontoamento dessas pedras forma tocas onde moram e se escondem peixes, crustáceos e moluscos.

Na parte sul do litoral paratiense, compreendida entre Trindade e o centro histórico, as montanhas da Serra do Mar terminam diretamente no oceano. Nesse trecho o fundo do mar é formado, em sua maior parte, por areia e, a vegetação é a floresta da Mata Atlântica”. (http://www.paraty.tur.br)

Em Paraty acontece anualmente, desde 2003, a Festa Literária Internacional, conhecida mundialmente como FLIP. Sucesso absoluto como evento que explora a literatura como instrumento de incentivo ao turismo.

Paraty não perde tempo e receberá nos dias 23 e 24 de abril, feriado espremido,  a segunda edição do Salão Estadual de Turismo do Rio de Janeiro. A notícia nos chegou pelo site do jornal O Diário do Vale, http://www.diariodovale.com.br/noticias/1,19997.html.

O Salão Estadual terá como tema “Os eventos impactando a economia de um destino turístico” e será realizado no Centro Histórico de Paraty, onde três tendas receberão os expositores, a feira de artesanato e as apresentações de manifestações artísticas e culturais.

Faz parte da programação um seminário para avaliar o potencial turístico da Copa do Mundo e das Olimpíadas de 2016.

Devem passar pelo Salão em Paraty mais de 10 mil visitantes, além das autoridades e profissionais ligados ao segmento.

Imagina-se que este ano 60 municípios do estado participem “Em 2009, a primeira edição do Salão reuniu, em Petrópolis, cerca de 8.500 pessoas, dentre elas mais de 800 agentes de viagem e 50 municípios. Pelo segundo ano consecutivo, o Salão Estadual de Turismo é promovido pelo Governo do Estado do Rio de Janeiro, através da Secretaria de Turismo, Esporte e Lazer e da TurisRio, e pela Federação de Convention & Vistors Bureaux do Estado do Rio de Janeiro” Diário do Vale.

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Alexandre Sampaio na Revista Hotéis

Em 2006, o Instituto de Pesquisa Aplicada, IPEA, desenvolveu o Sistema Integrado de Informações sobre o Mercado de Trabalho no Setor Turismo – SIMT e em razão dele classificou as atividades vinculadas ao segmento – Atividades Características do Turismo. São elas: alojamento, alimentação, transporte, auxiliar de transporte, aluguel de transporte, agência de viagem e cultura e lazer.

Os hotéis estão classificados na categoria “alojamento” e são assunto da Revista Hotéis, publicação mensal que, há oito anos, trata de hospedagem, da qualidade dos alimentos e bebidas servidos nos hotéis, da arquitetura e decoração dos empreendimentos, de eventos, da administração hoteleira e dos investimentos feitos pelo setor. Edgar J. Oliveira é o Diretor Editorial da revista. É dele a informação presente no editorial do último número, março de 2010, de existirem no Brasil, neste momento, 266 hotéis em construção com previsão de entrega até 2014 e investimentos da ordem de R$ 11 bilhões.

Na última edição também está presente o Presidente do Sindicato de Hotéis, Restaurantes e Bares do Rio de Janeiro, SINDRIO, Alexandre Sampaio de Abreu, convidado pela revista para falar sobre turismo. Uma boa entrevista, que tem pontos relevantes, entre os quais destacamos:

  1. Quando perguntado sobre as consequências do quadro eleitoral em 2010 sobre o turismo, Alexandre Sampaio respondeu: “Realmente, teremos um ano de 2010 difícil, com questões controversas que precisam de decisões políticas para ser resolvidas, pois importam ao turismo. O período legislativo terá seis meses de atividade, o que dificulta a obtenção de consenso sobre áreas cruciais como, por exemplo, os aeroportos. Devemos trabalhar com o viés de que o governo incrementará o PAC da mobilidade e não descuidará de dar as condições de crédito para financiamento de obras em estádios e de infraestrutura nas 12 sedes da Copa.
  2. Depois, indagado sobre as oportunidades que se apresentarão para o turismo na próxima década, Alexandre Sampaio respondeu: “ No Brasil, os investimentos em hotelaria crescem de forma acentuada, não só por causa da Copa, mas também para atender o segmento de negócios, que demandam hotéis econômicos em cidades médias, aliando boas instalações e atendimento eficiente. Acredito que grupos de alimentação no exterior em sistema de franquias analisam as condições para se expandir em nosso mercado, além da área de turismo receptivo de aventura, eco-turismo e esportes radicais. Na verdade, o turista hoje busca uma experiência inusitada, que não usufrui no seu dia a dia, procurando uma vivencia indelével, para compensar o seu cotidiano. Na minha opinião, aqueles empreendedores que descobrirem estes nichos e oportunidades serão bem sucedidos.

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Petrópolis comemora 167 anos de fundação

Petrópolis está na pauta de trabalho diário do deputado estadual João Pedro em razão do desejo dele de ampliar as oportunidades econômicas da cidade pelo incentivo ao turismo. Uma de suas propostas para a cidade é recuperar a ligação do Rio com Petrópolis por via férrea, projeto que mobiliza um grande número de moradores e empresários locais.

Petrópolis é, sem qualquer dúvida, o mais importante pólo turístico do interior do estado e um dos mais importantes do Brasil. O jornal O DIA neste final de semana homenageou a cidade pela passagem de seus 167 anos de fundação, com uma matéria publicada no suplemento “O DIA NO ESTADO”, do jornal O DIA.

A matéria preenche a capa do suplemento com a chamada “O turismo em festa na Serra Fluminense” e duas páginas inteiras. Uma delas contém informações sobre os eventos de comemoração do aniversário e indica os melhores pontos turísticos da cidade. A outra contém as respostas que o prefeito Paulo Mustrangi ofereceu para os problemas que tem a cidade com o sistema de transportes e saúde. Na entrevista, o prefeito fala sobre o projeto que prevê a presença da estrutura administrativa da prefeitura nos bairros e discorre sobre a sua capacidade de articulação política.

A história da cidade está contada no site da prefeitura:

“A Serra da Estrela, onde se encontra Petrópolis, era praticamente desconhecida pelos colonizadores portugueses nos primeiros 200 anos de colonização, salvo por alguma expedição exploratória para tomar posse de sesmarias.  Isso, por causa do enorme paredão montanhoso de mais de 1000m de altura que tinha que ser vencido para se chegar até lá; e, também, pela presença dos bravios índios Coroados que habitavam serra acima.

Ali não havia atividade econômica.  Somente quando os bandeirantes paulistas descobriram ouro nas Minas Gerais é que foi aberto o Caminho Novo, em 1704, para facilitar a viagem até as vilas mineradoras. O caminho era “novo” porque havia outro, o “velho”, desde meados dos anos 1600, muito longo e de difícil trânsito, aberto pelos próprios bandeirantes, constituído de trilhas e picadas até as minas de ouro.

É impossível pensar Petrópolis, Juiz de Fora, Barbacena, São João Del Rei e Ouro Preto sem antes pensar o Caminho Novo.  Também não dá para entender Petrópolis sem a subida da Serra Velha, por onde vieram os nossos pioneiros colonizadores.  Conhecer esses caminhos é conhecer 300 anos da nossa história, que começou em 1724 quando Bernardo Soares de Proença abriu a variante do Caminho Novo, passando pelo alto da serra onde hoje está nossa cidade.

O Caminho Novo faz parte de uma rede de importantes caminhos do Brasil Colonial aos quais era dado o nome de Estrada Real.  Muitos desses caminhos eram antigas trilhas e veredas abertas pelos bandeirantes que se embrenhavam pelo sertão, na direção de Minas Gerais e Goiás, à procura de ouro e pedras preciosas.

O mais antigo deles, conhecido como Caminho Velho, ia de São Paulo, de Piratininga até Taubaté, subia a Serra da Mantiqueira, passava por São João Del Rey e ia para Vila Rica, Caetés, Sabará.  Dali havia extensões para Tijuco (Diamantina), Jaguará, até a região da Fazenda Meia Ponte, hoje Pirenópolis, Goiás.

Mas quem vinha da capital, Rio de Janeiro, tinha de ir em uma embarcação até Paraty, subir e descer a Serra do Mar até Taubaté para encontrar o Caminho Velho e seguir adiante.  Do Rio eram “99 dias de viagem, sendo 43 a pé ou a cavalo”, conforme descrição do Governador Geral Artur de Sá e Meneses, que fez a viagem em 1699, para avaliar as possibilidades da exploração do ouro.  Foi após essa viagem que ficou decidida a abertura de um caminho oficial por onde pudesse ser transportado sob controle, o ouro extraído nas minas e fosse feito todo o suprimento das dezenas de arraiais e vilas que iam surgindo em torno da mineração.

O Caminho Novo foi aberto por Garcia Rodrigues Paes e levava vinte ou trinta dias de viagem, um terço do tempo feito pelo Caminho Velho.  Ele iniciava num porto do rio Pilar, que deságua no fundo da baía da Guanabara, subia a Serra do Mar na altura de Xerém, passava por Marcos da Costa, Paty do Alferes e Paraíba do Sul, onde havia um Registro para a fiscalização colonial e seguia para as Minas Gerais, passando por Juiz de Fora e Barbacena.

Ocorre que, a subida do paredão da Serra do Mar, em Xerém, era muito íngreme, onde muitas vezes, pessoas e mulas carregadas rolavam ribanceira abaixo.  Depois de vinte anos de sofrimento, Bernardo Proença, um rico fazendeiro da região, se propôs abrir uma nova subida da Serra por antiga trilha de índios em sua fazenda.

Aceita a proposta, Proença construiu o Porto da Estrela no fundo da baía da Guanabara, onde é hoje a Praia de Mauá e que se tornou logo numa importante vila, depósito e escoamento de mercadorias.  Esse porto com sua capela em louvor de Nossa Senhora Estrela dos Mares está hoje em ruínas, mas ainda pode ser visitado.  Ele foi o início da variante do Caminho Novo por onde os tropeiros subiam a Serra do Mar, atravessando a exuberante encosta da nossa Serra Velha.

Chegando ao Alto, a Variante de Proença seguia em direção à área onde hoje está situada a Estação de Transbordo Imperatriz Leopoldina, passando pela fazenda do Córrego Seco, onde, mais tarde, surgiria Petrópolis.  Dali os tropeiros tomavam a atual rua Silva Jardim até o Quissamã.

Para chegar a Corrêas, os viajantes percorriam um trecho que até hoje tem o nome de Estrada Mineira. Vinha depois Pedro do Rio, Secretário, Cebolas, até encontrar o Caminho Novo de Garcia Rodrigues Paes em Paraíba do Sul, prosseguindo, então, até a região das minas de ouro.  Em Barbacena, também há hoje um bairro com o nome de Caminho Novo e uma Rua Caminho Novo, sobre os antigos trechos da histórica trilha.

Segundo o Registro de Paraíba do Sul em 1824, a cada dia, indo e vindo, passavam em média pelo Caminho Novo 153 mulas dos tropeiros e 77 pessoas. Por ela também passaram os importantes viajantes naturalistas dos anos 1800 como Spitz, Von Martius, Saint Hilaire, Walsh, Freireys e muitos outros que, como o Barão de Langsdorff, queriam conhecer as riquezas do novo país para informar as possibilidades de exploração aos seus governos.

Bernardo Proença recebeu pelo seu trabalho, uma sesmaria no Alto da Serra onde hoje está quase toda a cidade de Petrópolis.  Outras sesmarias foram distribuídas ao longo do Caminho Novo e logo a região se desenvolveu muito.  Se ele não tivesse aberto a Variante do Caminho Novo passando pelo Córrego Seco, todo o desenvolvimento da nossa região teria acontecido no eixo Xerém – Paty do Alferes -Miguel Pereira – Paraíba do Sul, que era o traçado original daquela via feita por Garcia Rodrigues Paes.

Bernardo Proença recebe três homenagens em Petrópolis: um monumento próximo à Estação de Transbordo Imperatriz Leopoldina, o nome de uma rua no bairro do Itamarati e o de um conjunto habitacional em Corrêas.  Garcia Rodrigues Paes é lembrado em um monumento em Paraíba do Sul.

O Brasil, antes desses caminhos não existia como unidade geopolítica e administrativa.  Havia algumas feitorias explorando açúcar no litoral e outros núcleos urbanos na Bahia, Nordeste e São Paulo.  Esses caminhos ligaram o interior ao litoral, promovendo uma unificação cultural e de esforços que resultou na ocupação e no desenvolvimento de uma vasta região onde se instalaram fazendas, ranchos, pousos e vendas.

Data daí, também, o início da nossa atividade administrativa pública organizada com o emprego de funcionários para controle da zona mineira, como fiscais, meirinhos, corregedores; a criação dos “Registros” ao longo dos caminhos; monetarização da economia, com a criação da Casa da Moeda, das Casas de Fundição e a formação, enfim, de uma classe média mais sólida, ao lado de outras como as dos mineradores, artesãos, administradores, comerciantes etc.

As primeiras sesmarias distribuídas no “sertão de serra acima do Inhomirim” pelo governo português datam de 1686 a algumas pessoas que, no momento, se destacavam na vida política e na segurança da Colônia.  Mas devido à presença dos índios Coroados e das dificuldades de subir a serra, somente com o Caminho Novo e com a concessão de novas glebas a sesmeiros, a atividade econômica desenvolveu a região.  Quando Petrópolis foi fundado 130 anos depois, já havia um grande número de fazendas e alguma atividade industrial entre a baia da Guanabara e Vila Rica, conforme descreve o Barão de Langsdorff no primeiro volume de seus diários.  Assim, o trânsito pelo Caminho Novo era muito grande.

Na região onde seria fundado Petrópolis, as fazendas mais importantes eram:

  • Fazenda do Rio da Cidade, na Estrada do Contorno.
  • Fazenda do Pe. Correia, em Corrêas.
  • Fazenda do Córrego Seco, cuja sede era onde hoje está o Ed. Pio XII (Rua Marechal Deodoro, no Centro Histórico).
  • Fazendas Quitandinha, Samambaia, Retiro de São Tomás e São Luiz, Itamaraty, Secretário, que depois deram seus nomes aos bairros da cidade e dos distritos.
  • Fazenda da Engenhoca, onde hoje está a Estação de Transbordo de Corrêas.
  • Fazenda Manga-larga e Fazenda das Arcas, em Itaipava.
  • Fazenda Sumidouro, em Pedro do Rio.
  • Fazenda Santo Antônio, na estrada Philúvio Cerqueira (Petrópolis – Teresópolis).
  • Fazenda das Pedras, na Serra das Araras.

Quem quiser conhecer mais é só visitar o site da prefeitura.